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Arquivo mensal: abril 2011

Modos de macho – valei-me, São Confúcio.

Olá pessoal!

Acabei de ler a crônica que reproduzo abaixo e apesar de não concordar totalmente com ela, acho que vale a pena dividir o conteúdo com vocês.
Leiam, divirtam-se e, claro, façam suas críticas.

Abraços!

MODOS DE MACHO – Valei-me, São Confúcio!

Amigos machos, amigas fêmeas, amigos gays, amigas lésbicas, amigos transexuais, operados(as), amigos de todas os naipes, amigos de todas as vontades, trejeitos, mungangas e naturezas, como berram nas suas manchetes as revistas de modas & modinhas, o homem é mesmo a nova mulher e vice-versa.
O que impressiona o cronista, palavroso por excelência, não é nem o troca-troca de sexos, tampouco o labacé dos gêneros e suas modernagens… O que mais chama a atenção é o discurso amoroso de mãos trocadas: cada vez mais a mulher fala como homem e o homem, por seu turno, cada vez mais afina a voz e choraminga como uma mulher leitora de romances do tipo Sabrina, saca?
Óbvio que resguardamos, nessas pás-viradas todas, os cafundós à prova de redemoinhos nos costumes e outras acontecências ditas civilizatórias, como nos sertões profundos, por exemplo, onde homem continua sendo homem, mulher segue mulher e é dito homossexual apenas a passiva criatura, jamais a que faz o agrado de fato e de direito.
Mas paremos nosso jegue metafísico no câmbio dos discursos. Sim, a apropriação da fala desculposa e masculina por parte das mulheres, já notaram? Não chega a ser bem um plágio histórico, mas é uma beleza, quase, quase! Continue lendo!

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Publicado por em 25 de abril de 2011 em Uncategorized

 

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Sobre a ditadura da estética(2)

Olá pessoal!

Olha só o que encontrei quando estava navegando pelas páginas do Diplomatique Brasil. Trata-se de uma interessante matéria que vem ao encontro do que trabalhei no post anterior do blog. Veja a proporção do negócio:

Refazendo o mundo a golpes de bisturi.
O crescimento do setor de cirurgias plásticas – de 465% na última década – reflete uma tentativa de resolver a contradição entre os sonhos cada vez mais grandiosos alimentados pela mídia.
por Mona Cholllet
Na primavera de 2007, falando ao telefone com dois banqueiros, em seu escritório na Universidade de Middlebury, em Vermont, Laurie Essig anunciou que os Estados Unidos estavam na iminência de uma crise grave. Seu conhecimento de economia era parco, mas seu campo de pesquisa em sociologia, a cirurgia estética, a colocava num lugar privilegiado para assistir ao que ela chama de “a crise subprime do corpo1”. (Clique aqui para continuar lendo)
 
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Publicado por em 18 de abril de 2011 em Uncategorized