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Arquivo mensal: junho 2011

Gleisi Hoffmann e Camargo Corrêa: o que esperar?

Este “post” tem a função de evidenciar uma das teses defendidas pelO Alienista no “post” anterior (Sobre a dança das cadeiras no Governo Dilma). O Alienista escreveu:

“Mas claro que o  fato de não estarem no galinheiro não impede as raposas de exigirem o pagamento da talha por parte  da  ”dona do galinheiro””.

Escreveu também:

“Diferente da classe trabalhadora, a burguesia participa de seus sindicatos, contribui para os seus partidos e associações e até compra os passes dos eleitos. Logo, levam a melhor!”

Por fim, foi dito que o fato da Ministra ser esposa do já conhecido Ministro Paulo Bernardo não é um bom precedente.

Não deu outra! Mesmo sem procurar O Alienista descobriu logo em seguida que a Ministra que vai administrar as obras do PAC recebeu da famosa empreiteira Camargo Corrêa, a pomposa doação de 1 milhão de reais, para a sua campanha ao Senado. Outras construtoras e empresas somaram forças àquela, e juntas, “doaram” quase 8 milhões de reais  à então candidata  (clique aqui para ler) .

Espero que o leitor e a leitora consigam chegar ao mesmo nível de indignação a que chega este Alienista ao constatar que a mesma empreiteira que doou 1 milhão de reais à campanha da  Ministra da Casa Civil e mais 78,1 milhões a outros candidatos e siglas partidárias (clique aqui para ler) a fim de “viabilizar a festa da democracia”, é a mesma empresa que apareceu no noticiário nacional (muito rapidamente) mantendo trabalhadores em condições análogas às de escravidão na Usina de Jirau, em RO (clique aqui para ler).

A mesma empresa que escraviza seus empregados é, por outro lado, agraciada com prêmios de “responsabilidade social”. Isso mesmo, Pasmém! A Camargo Corrêa foi agraciada com o Prêmio Chico Mendes de Responsabilidade Ambiental (clique aqui para ler).

Não nos esqueçamos que se dependesse dos técnicos do Ibama a construção da Usina de Jirau não seria autorizada. Como todos devem se lembrar a Ex-ministra Marina Silva teve grande parte de seu desgaste no Ministério do Meio Ambiente em função da “demora para liberar” o licenciamento das usinas de Jirau e Santo Antonio.

Diante dos dados apresentados acima, O Alienista, no auge de sua loucura, é levado a pensar na hipótese de que a empreiteira que até poucos dias explorava os trabalhadores ao nível da escravidão (será que não mais?) usava o dinheiro produzido pelo trabalho desses infelizes para patrocinar a “festa da democracia” com generosos 79,1 milhões de reais.

Em outras palavras, nossos políticos têm embolsado o trabalho suado dos operários das  empreiteiras sob o título de “doação” de campanha.

E nós, o povo brasileiro, ao invés de remunerarmos decentemente os operários que constroem as obras de infra-estrutura do Estado, permitimos que o governo e as empreiteiras encham suas burras a partir da exploração de mais-valia desses desgraçados.

Além da exploração da mais-valia é preciso lembrar da alta probabilidade de super faturamento que existe quando há relações tão próximas entre quem governa e quem presta serviços ao governo.

Neste sentido, outras pistas vão aparecendo aos nossos olhos. É o caso da matéria publicada hoje na Folha de São Paulo sob o título: Governo quer manter em sigilo orçamentos da copa de 2014 (clique aqui para ler a matéria).

Por que será o sigilo? A quem interessa o sigilo? Por que será que coincidentemente as doações das empreiteiras às campanhas eleitorais bateram record nas eleições de 2010? Será que isso tem a ver com a construção das obras da copa, das olimpíadas e de infra-estrutura que estão previstas?

Para finalizar, deixo em aberto um dilema que foi surgindo enquanto escrevia esse post:

1- Qual a melhor analogia pra se fazer neste caso? é uma situação em que o jogador teve o passe comprado, conforme propunha O Alienista? Ou será um caso de revezamento das raposas na tarefa de cuidar do galinheiro?

Em outras palavras: a nova Ministra da Casa Civil, tendo recebido 1 milhão de uma empreiteira e mais 7 milhões de outros “gentis doadores” teria condições de agir com imparcialidade nos processos que envolvem aqueles que a ajudaram a chegar ao poder?

Finalmente, será que O Alienista, no auge de sua loucura, não consegue perceber “que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”?

Este Estado de Direito burguês me faz rir (pra não chorar)!

P.S. Fico “louco” pra saber se entre as empresas que contrataram “consultoria” do ex-ministro Palocci está a Camargo Corrêa. Alguém pode ajudar?

Fiquem com Caetano. Eu prefiro a versão do Capital Inicial, mas…

Resposta da Presidente em relação ao “sigilo” no valor das obras da copa

Levando em conta que pretendemos ser diferentes do PIG, publicamos abaixo a argumentação da Presidente Dilma e publicada, com opinião no Blog Conversa Afiada.

A publicação responde a todas as questões que fizemos neste post com relação à projeto de lei para a licitação das obras da Copa. As perguntas eram: “Por que será o sigilo? A quem interessa o sigilo? Por que será que coincidentemente as doações das empreiteiras às campanhas eleitorais bateram record nas eleições de 2010? Será que isso tem a ver com a construção das obras da copa, das olimpíadas e de infra-estrutura que estão previstas?”.

Eis a resposta:

Dilma não quer cartel. O PiG quer melar a Copa

O sigilo dos preços para as obras da Copa do Mundo Fifa 2014 tem por objetivo evitar a combinação de preços e assegurar que os empreendimentos tenham o menor custo possível. A informação foi dada pela presidenta Dilma Roussef, nesta sexta-feira (17/6), em Ribeirão Preto (SP), após cerimônia de lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2011/2012. A presidenta Dilma afirmou que os critérios foram estabelecidos em acordo com o Tribunal de Contas da União (TCU). Na entrevista, Dilma Roussef sugeriu que os jornalistas “investiguem direitinho”. (clique aqui para continuar lendo).

Como não conheço o texto do projeto, prefiro deixar ao leitor(a) o julgamento.

Quanto às demais perguntas colocadas no “post”, continuam em aberto.

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Publicado por em 16 de junho de 2011 em Uncategorized

 

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Sobre a dança das cadeiras no Governo Dilma

Os leitores e as leitoras deste blog devem saber que quando estava no Sapo, O Alienista fez campanha para a Presidente Dilma e sofreu muito com a eleição de 2010. Aquela que, me parece, só não foi pior que a de 1989.

Quem conhece O Alienista também sabe que apesar dele ter se posicionado favorável à eleição de Dilma, só o fez por ter convicção de que uma vitória dos Demotucanos seria muito pior para a classe trabalhadora e para aqueles que estão excluídos.

Entretanto, é bom que se diga que, por diversas razões, desde o início da década de 90, deixamos de acreditar na política institucional.

Mas voltando à conjuntura política atual, era dado que Palocci ocuparia um cargo no governo Dilma, basta observar sua presença marcante na campanha.

Aliás, me surpreendeu o fato de José Dirceu não ter assumido nada.

Mas acredito que a análise do caso Palocci, apesar de suas peculiaridades, não deve se restringir  às ações duvidosas do ex-ministro.

Não que eu não saiba que o Palocci não é  “flor que cheire” desde os tempos em que foi prefeito de Ribeirão.  Ele foi um dos  primeiros prefeitos do PT a privatizar empresas  públicas. Foi ele quem vendeu a empresa de teles da cidade.

Entretanto,  penso que uma análise voltada só para a as ações pessoais de Palocci não nos permite ver o que há para além das aparências.

Tenho a impressão de que todos os “escândalos” que ocorreram no Brasil desde a década de 1990 (nem sei quantos foram vazados) têm, além dos componentes culturais da política brasileira, uma forte ligação com pelo menos dois elementos fundamentais.

Em primeiro lugar o esvaziamento ideológico dos partidos que chegam ao governo e, em segundo lugar, o encarecimento das campanhas eleitorais.

São impressionantes as cifras anunciadas para se fazer uma campanha eleitoral em qualquer nível em que se dê a disputa.

Isso sem contar os montantes que não são anunciados por constituírem “caixa 2”.

Sabe-se muito bem de onde vem o dinheiro que financia essas campanhas e certamente não são doações “voluntárias” da classe trabalhadora.

Como diz o provérbio popular: “tudo nessa vida tem um preço!” Portanto, não dá pra esperar que qualquer empresa ou “empreendedor”, “colabore” com um candidato, seja ele qual for, em função da cor de seus olhos ou por paixão a um determinado partido.

Muitos acordos são necessários pra se ganhar uma eleição. Por isso, inclusive, que O Alienista dizia que levar a disputa presidencial para o segundo turno só aumentaria o preço que a população deveria pagar por tais acordos.

Mas com relação à dança das cadeiras ocorridas nos ministérios, apesar das condições objetivas não serem muito favoráveis, me parece que Dilma está apostando alto no sentido de salvar sua biografia e a reputação de seu mandato.

Posso estar sendo inocente, mas tenho a impressão de que Dilma é uma mulher bem intencionada e de princípios (o problema é saber que princípios são estes. rs). Sendo assim, no que depender dela, acredito que haverá avanços na democracia burguesa brasileira e caminharemos, dentro do possível, rumo ao aprofundamento do “social-liberalismo” inaugurado pelo ex-presidente Lula.

Quanto à nova Ministra da Casa Civil, tenho ressalvas ao nome Gleisi Hoffmann. Não por conta dela – não a conheço o suficiente -,  mas por conta de ser esposa do ministro Paulo Bernardo, político que sempre esteve à direita no PT.

Não podemos nos esquecer de que além dos inimigos intestinos do governo existem aqueles que são mais protuberantes. Exemplos: O PMDB, o Supremo (segundo poder executivo e legislativo do Brasil), as determinações do capital financeiro e o PIG, claro! (Afinal do jeito que se ganha eleições e do jeito que se governa é possível identificar um escândalo por dia, de acordo com a conveniência).

Mas enfim, parece que agora Dilma Roussef vai poder dizer a que veio, aguardemos!

Ah! ainda falta assistirmos ao “pedido de demissão” do Excelentíssimo Ministro da Justiça o Senhor José Eduardo Cardozo. Assim será possível arriscar a afirmação de que as raposas foram retiradas do galinheiro.

Mas claro que o  fato de não estarem no galinheiro não impede as raposas de exigirem o pagamento da talha por parte  da  “dona do galinheiro”. Mas essa é uma outra conversa.

Quanto ao “pacote de maldades”  que estamos presenciando neste início de mandato, penso que isso são coisas de primeiro ano de governo e fazem parte do “acerto do terreno” e do cumprimento dos sagrados acordos de campanha. Incluo aí a construção de Belo Monte, a privatização dos aeroportos, etc.

Se acho isso normal? claro que não! Entretanto, vivendo em uma sociedade burguesa, não consigo pensar em práticas diferentes ou mais avançadas (à esquerda) sem o barateamento das campanhas e sem um maior envolvimento da população nas questões políticas.

Diferente da classe trabalhadora, a burguesia participa de seus sindicatos, contribui para os seus partidos e associações e até compra os passes dos eleitos. Logo, levam a melhor!

Alguém pode estar perguntando: então qual a diferença entre os demotucanos e os petistas se as condições objetivas são iguais para ambos?

Penso que entre os petistas ainda tem uma correlação de forças entre alas à direita e alas à esquerda. Tanto dentro do governo, quanto dentro do partido. Isso tem levado, como levou no Governo Lula, a avanços pontuais nas políticas públicas, na inclusão social e numa distribuição de renda menos “pornográfica” que a praticada pelos “neoliberais puro-sangue” do PSBD/DEM.

Outra diferença é a descriminalização dos movimentos sociais que perduram sob os governos de Lula e Dilma. O que parece importante, apesar de sub-aproveitado.

Por último, ninguém merece viver sob a dinastia da “Opus dei” que apoiou o Zé Serra. Deus nos livre de  uma nova Inquisição!!!

Isso é pouco? Eu também acho! Entretanto, não me lembro de ter visto as coisas “caírem do céu” para a classe trabalhadora, como não me lembro do momento em que acabou a luta de classes.

Sendo assim, acredito que as coisas só vão sair do patamar do “menos pior” para o “melhor” quando a classe trabalhadora, tomar para si o leme da história.

E “pra não dizer que não falei das flores”, deixo uma belíssima poesia para a apreciação e reflexão do caro leitor e da cara leitora.

QUANDO OS TRABALHADORES PERDEREM A PACIÊNCIA

Por: Mauro Iasi(*)
As pessoas comerão três vezes ao dia
E passearão de mãos dadas ao entardecer
A vida será livre e não a concorrência
Quando os trabalhadores perderem a paciência

Certas pessoas perderão seus cargos e empregos
O trabalho deixará de ser um meio de vida
As pessoas poderão fazer coisas de maior pertinência
Quando os trabalhadores perderem a paciência

O mundo não terá fronteiras
Nem estados, nem militares para proteger estados
Nem estados para proteger militares prepotências
Quando os trabalhadores perderem a paciência

A pele será carícia e o corpo delícia
E os namorados farão amor não mercantil
Enquanto é a fome que vai virar indecência
Quando os trabalhadores perderem a paciência

Quando os trabalhadores perderem a paciência
Não terá governo nem direito sem justiça
Nem juizes, nem doutores em sapiência
Nem padres, nem excelências

Uma fruta será fruta, sem valor e sem troca
Sem que o humano se oculte na aparência
A necessidade e o desejo serão o termo de equivalência
Quando os trabalhadores perderem a paciência

Quando os trabalhadores perderem a paciência
Depois de dez anos sem uso, por pura obscelescência
A filósofa-faxineira passando pelo palácio dirá:
“declaro vaga a presidência”!

* Mauro Iasi é Professor da UFRJ.

 
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Publicado por em 13 de junho de 2011 em Uncategorized

 

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A crise européia e o capitalismo global

Reproduzo abaixo excelente artigo do Prof. Giovanni Alves que trata da relação entre a crise européia e o capitalismo global.

Sugiro a leitura atenta do artigo pois acredito que quando o professor se refere à conjuntura política partidária na Europa, a situação é bastante parecida com a brasileira. Tanto lá quanto aqui, não temos projetos de direita e de esquerda. Tanto lá quanto aqui, temos a hegemonia do pensamento único no que se refere à administração do Estado. Qual seja, o receituário neoliberal de austeridade demandado pelo capital financeiro internacional por meio dos organismo internacionais que o representam.

Outro aspecto em que cabe a analogia com o Brasil, diz respeito à cegueira ideológica. A diferença talvez seja que por lá, as pessoas ainda não perderam a coragem para protestar. Diferente daqui, vão à luta, ainda que não saibam quais são os seus reais inimigos.

No Brasil só protestamos quando somos conclamados pelo PIG e nossas manifestações, quando acontecem, na maioria das vezes são vazias de sentido. Um exemplo? as caminhadas pela paz.

Fiquem com o  belíssimo artigo do professor Giovanni Alves:

Giovanni Alves

A crise financeira de 2008 expõe com candência inédita, por um lado, a profunda crise do capitalismo global e, por outro, a débâcle político-ideológico da esquerda socialista européia intimada a aplicar, em revezamento com a direita ideológica, os programas de ajustes ortodoxos do FMI na Grécia, Espanha e Portugal, países europeus que constituem os “elos mais fracos” da União Européia avassalada pelos mercados financeiros.

Aos poucos, o capital financeiro corrói o Estado social europeu, uma das mais proeminentes construções civilizatórias do capitalismo em sua fase de ascensão histórica. Com a crise estrutural do capital, a partir de meados da década de 1970, e a débâcle da URSS e o término da ameaça comunista no Continente Europeu, no começo da década de 1990, o “capitalismo social” e seu Welfare State, tão festejado pela social-democracia européia, torna-se um anacronismo histórico para o capital. Na verdade, a União Européia nasce, sob o signo paradoxal da ameaça global aos direitos da cidadania laboral. É o que percebemos nos últimos 10 anos, quando se ampliou a mancha cinzenta do desemprego de longa duração e a precariedade laboral, principalmente nos “elos mais fracos” do projeto social europeu. Com certeza, a situação do trabalho e dos direitos da cidadania laboral na Grécia, Espanha e Portugal deve piorar com a crise da dívida soberana nestes países e o programa de austeridade do FMI (clique aqui e continue lendo).

A Crise Européia

 
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Publicado por em 10 de junho de 2011 em Uncategorized

 

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Duas semanas, cinco assassinatos na Região Amazônica.

Reproduzo abaixo mais uma notícia sobre assassinato de agricultores na Região Amazônica. Mesmo que eu quisesse tratar de cada uma delas, eu não teria condições, os assassinatos acontecem num ritmo alucinante.

Enquanto isso, em Brasília, as bancadas evangélica e católica ganham popularidade defendendo a idéia de que estão preocupados com o futuro dos nossos filhos e, para tanto, mantém seus traseiros sentados nas confortáveis poltronas do congresso esbravejando contra o chamado “kit gay”.

Até aí, nem uma novidade. O Congresso Nacional tem sido um “gran circo” há muito tempo. O que mais me impressiona é ver grande parte da população atendendo à chamada desses lunáticos para participar de manifestações que só inflam a popularidade dessa escória de políticos que não tem o menor compromisso com aqueles que representam.

Por que esses parasitas não usam de suas influências e da capacidade de mobilização de suas bases no sentido de frearem a matança da população amazônica?

Talvez a resposta seja essa: “Por que eles são os mesmos que premiaram os devastadores da floresta –  o pessoal do agronegócio –   com o novo Código Florestal”.

Ou seja, a população pode (ou será que deve?) morrer à vontade, só não pode ser homossexual antes disso.

Talvez seja por isso que a cada dia eu me sinta mais um Simão Bacamarte.

Fiquem com a nóticia:

Mais um assassinado. O quinto em apenas duas semanas
3 de junho de 2011

Por Daniel Bramatti

Do O Estado de São Paulo

O agricultor Marcos Gomes da Silva, 33 anos, foi assassinado a tiros, diante da mulher e de outras três testemunhas, por dois homens encapuzados na zona rural de Eldorado dos Carajás. Silva teve a orelha decepada após o crime, da mesma forma que o líder extrativista José Cláudio Ribeiro da Silva, morto há duas semanas, juntamente com sua mulher, Maria do Espírito Santo. A notícia do assassinato, o quinto na região amazônica em duas semanas, chegou ao governo na tarde de ontem e levou a presidente Dilma Rousseff a convocar uma reunião com governadores da Região Norte e a anunciar uma ação militar de emergência, batizada de Operação de Defesa da Vida. (leia o restante da matéria).

Finalmente, fique com uma bela poesia composta e cantada por Vital Farias que há muito denuncia a Saga da Amazônia.

 
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Publicado por em 3 de junho de 2011 em Uncategorized

 

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